Rubéola é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Togavírus. Sua característica mais marcante são as manchas vermelhas que aparecem primeiro na face e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo inteiro. O contágio ocorre comumente pelas vias respiratórias com a aspiração de gotículas de saliva ou secreção nasal.
A rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o feto, é a forma mais grave da doença, porque pode provocar má-formação como surdez e problemas visuais na criança.
Sintomas
O período de incubação do vírus é de cerca de 15 dias e os sintomas são parecidos com os da gripe:
- Dor de cabeça;
- Dor ao engolir;
- Dores no corpo (articulações e músculos);
- Coriza;
- Aparecimento de gânglios (ínguas);
- Febre;
- Exantemas (manchas avermelhadas) inicialmente no rosto que depois se espalham pelo corpo todo.
Vacina
A vacina contra a rubéola é eficiente em quase 100% dos casos e deve ser administrada em crianças aos 12 meses de vida. Mulheres que não tiveram a doença devem ser vacinadas antes de engravidar.
Efeitos adversos
Os efeitos adversos da vacina contra Rubéola são dor local, edema e inchaço, podendo também provocar febre e vermelhidão na pele, cinco a dez dias após a vacinação. Raramente, o vírus da caxumba pode levar a quadros leves de inflamação dos testículos, dos ovários e/ou das glândulas parótidas.
Recomendação
Evitar a gravidez por pelo menos três meses após a aplicação da vacina.
Quem não teve a doença deve evitar o contato com pessoas infectadas pelo vírus da rubéola;
Respeite as datas de vacinação de seu filho;
Gestantes devem tomar cuidado redobrado para não pegar a doença. Durante os três primeiros meses de gravidez, a rubéola pode ser transmitida para o feto e causar complicações como má-formação congênita como alterações oculares e cardíacas. Em alguns casos, pode provocar aborto.